rosa carne

escrevinhando...

quarta-feira, agosto 31, 2005

Sandwish de 4 fatias

Hoje os planos para a hora de almoço não poderam contemplar o habitual almoço com os papás e a comidinha da Rosinha mãe, pelo que tive que alimentar o meu voraz estômago com a bela da sandes americana. Tudo bem até aqui, a sandocha tem alface e tomate, tem aspecto de fresquinha apesar de embalada na bela da caixa triangular de plástico. E aqui começam os problemas... Como dividir a sandocha? Entre cada fatia (ou triangulo, com côdea, claro) havia recheio... Pois não havia maneira... toca a esticar o maxilar...

Saudade das montras de sandochas da Boots ou da Pret-a-manger ou outras que tais, em que todas têm tao bom aspecto que o problema é mesmo decidir qual... e partilhar... porque são divisíveis...

Coisas de que eu gosto #13

Ir às compras com os meus pais.

Por circunstâncias da vida, não é actividade vulgar da família irmos às compras. São poucas as vezes em que lá calha, e lá vamos os três. Momentos preciosos, caricatos, plenos de pequenos detalhes, grandes delongas, fofocas, conversas e anotações, devagarinho, sempre devagarinho.

Hoje as compras foram para lá para a minha casita, e, por entre baldes e vassouras, sorrisos, risos cúmplices, corridas para a frente e para trás, que nisto de comprar a 3 não há planeamento nem lista que resista!

terça-feira, agosto 30, 2005

Hoje, finalmente!



Já jorra água das torneiras lá de casa, acabaram-se as privações, o apertar de pernas e encolher de barrigas, as mãos sujas, os transportes de 15 litros escadas acima.

Já podemos limpar, chafurdar, aventurar-nos num chuveiro de água fria.
Amanhã começa nova aventura...

segunda-feira, agosto 29, 2005

Do que se falou...

Norwegian Wood

I once had a girl, or should I say, she once had me.
She showed me her room, isn’t it good, norwegian wood?
She asked me to stay and she told me to sit anywhere,
So I looked around and I noticed there wasn’t a chair.
I sat on a rug, biding my time, drinking her wine.
We talked until two and then she said, it’s time for bed.
She told me she worked in the morning and started to laugh.
I told her I didn’t and crawled off to sleep in the bath.
And when I awoke I was alone, this bird had flown.
So I lit a fire, isn’t it good, norwegian wood.

Confirma-se, é mesmo uma canção dos Beatles...
E é também um livro do escritor japonês do momento, Haruki MURAKAMI, cuja apresentação reza assim:

Norwegian Wood explora os amores e as aventuras sexuais do estudante Toru Watanabe em Tóquio, nos anos 60. Depois de Kizuki inexplicavelmente cometer suicídio dos 17 anos, Watanabe apaixona-se pela sua namorada, a bela Naoko, quando a encontra em Tóquio, altura em que ambos tentam entrar para a faculdade. Mas Naoko não consegue amar outra pessoa e, enquanto Watanabe tenta fazer novas amizades e começar a trabalhar, Naoko afasta-se ainda mais, acabando por ir parar a um sanatório. Entretanto, a impetuosa e ligeiramente louca Midori entra na vida de Watanabe. Quem escolherá ele para sua companheira? E que acontecerá com a que não for escolhida? Finalmente, Watanabe consegue reconciliar-se com o passado para poder avançar para o futuro.Este livro melancólico descreve o amor de um intruso solitário à deriva num mar de tragédia e paixão. Com o movimento contra a Guerra do Vietname como pano de fundo, Norwegian Wood usa uma linguagem profunda para falar de uma pessoa forçada a dar o melhor a fim de transformar os sonhos de um rapazinho no destino de um homem.

Promete! Espero que a C. o leia rápido, rápido, para nos contar como é...

terça-feira, agosto 23, 2005

Em busca do tempo perdido

Li uma vez em qualquer sítio que os aficionados da leitura se poderiam dividir em 2 grandes grupos: os que leram a obra de Proust e os que não leram.

Eu sou assumidamente do segundo grupo, porque me reconheço sem a mínima capacidade para "atacar" os 7(?) volumes. No entanto, ao ler as notas da Charlotte ando cá com uma vontade de os espreitar... Enquanto não me decido a abraçar a aventura, vou-me deliciando com as suas deliciosas notas e considerações e vou sonhando. É tão bom ler sobre livros, principalmente sobre aqueles que se devoram com paixão...

Obrigada Charlotte por este "resumo útil", não em trinta segundos, mas em muitos pequenos apontamentos deliciosos.

Monday night at the movies

Eu ainda sou do tempo em que antes de ir ao cinema se escolhia o filme, se procurava nos jornais os horários das salas em que o filme passava, e alegremente rumávamos de autocarro para comprar o bilhete e, por vezes um chocolate para comer durante o filme ou no intervalo. E depois íamos lanchar, ou, mais tarde, tomar um chá e scones ali ao Acto depois de sairmos do Lumiére.

Com a proliferação de centros comerciais deixamos de ir ver o filme X ou Y, passamos a ir ao cinema e depois logo se escolhe, na hora, consoante a hora, a duração ou os humores, dado que em todo o lado há todos os filmes. Pessoalmente não acho mal, agrada-me a variedade de oferta, que compensa a perda de rituais.

A qualidade das salas melhorou em conforto e som, e em tamanho, desde que não nos vejamos obrigados a ficar na 1ª ou 2ª fila de uma sala enorme.

As pipocas apareceram e tomaram o lugar do chocolate, passando a fazer parte das nossas idas ao cinema, quase ao custo de um bilhete adicional, e povoando a sala de ruídos bem familiares.

Eu gosto de ir ao cinema ao AMC, de ter 20 filmes à escolha, de comer pipocas e beber coca-cola enquanto vejo o filme, gosto de salas grandes e ecrans gigantes, de sons dolby e surround. Não gosto da falta de civismo daqueles que atendem os telefones durante os filmes, não gosto de ver o lixo que muitos deixam nas cadeiras e no chão.

Ontem muitas outras pessoas tiveram a mesma ideia que nós, todas rumaram aos cinemas, escolheram o mesmo filme que nós (que acabamos por ter que escolher outro), a hora semelhante e no fim... saímos em manada das salas, rumamos à casa de banho mais próxima, daí para as escadas rolantes e para o parque de estacionamento e depois na fila para sair para a VCI.

O filme que escolhemos - Colisão - acabou por ser uma muito boa opção, mas nos próximos tempos não me parece que voltemos ao cinema à segunda-feira, muito menos se ainda for Agosto ou tempo de férias.

segunda-feira, agosto 22, 2005

Fomos...

Ver as casinhas pequenitas, e comer porquitos pequenitos e delirar com as traquinices do pequenito...
Foi um domingo bom!

domingo, agosto 21, 2005

Bloco de notas

Gaia
Gaia é um termo que significa terra. Na década de 1970, o cientista James E. Lovelock formulou a Teoria Gaia. Segundo essa Teoria, a Terra é um superorganismo e não uma mera bola de pedra.

Na época em que foi lançada, a idéia não foi bem aceita pelos outros cientistas. Entretanto, a partir da década de 1980, quando foram criados modelos matemáticos como o Mundo das Margaridas (Daisyworld), a teoria Gaia ganhou notoriedade entre os cientistas. Atualmente, Gaia configura-se como um programa de pesquisa empiricamente muito forte, a despeito de apresentar problemas teóricos importantes, como o problema da teleologia.
In Wikipedia

Amigos de Peniche
Tendo D. Henrique morrido sem deixar descendência, surgiram, naturalmente, como pretendentes ao trono de Portugal, três netos de D. Manuel: Filipe II, rei de Espanha, D. Catarina de Bragança e D. António, Prior do Crato. Era ao primeiro aquele a quem a força dava mais direitos, demais coadjuvado pela perfídia que, ao tempo, grassava na corte portuguesa; e um exército espanhol, comandado pelo Duque de Alba, invadiu o Alentejo, tendo Filipe sido proclamado rei de Portugal.
Não o reconheceu, todavia, D. António que, mercê de mil e uma habilidades diplomáticas, conseguiu que Isabel Tudor, rainha de Inglaterra, pusesse à sua disposição uma armada de cerca de 20 000 homens e 'cento e setenta navios grandes e pequenos' para, com ela, reivindicar os seus direitos; e, a 26 de Maio de 1589, os penichenses viram desembarcar, na sua praia do sul, parte dos soldados desse exército, comandados pelo general John Norris.
Depois de uma leve escaramuça com a guarnição da Fortaleza – a que não faltaria, sem dúvida, a indiferença dos poucos portugueses às ordens do oficial castelhano D. Pedro de Gusmão, e que suporiam, talvez, que com a chegada dos bretões seria possível a expulsão do invasor filipino –, a praça foi tomada e o exército inglês caminhou sobre a capital, ao mesmo tempo que, sob o comando do almirante Francis Drake, a esquadra que o desembarcara em Peniche rumava a caminho de Cascais.
Entretanto, entre o receio de uns e a alegria de outros, chegava a Lisboa a nova do desembarque de D. António, passando entre os seus partidários, a segredar-se, num anseio de esperança: 'Vêm aí os nossos amigos… Vêm aí os nossos amigos que desembarcaram em Peniche…'

Mas o exército invasor, e sem que o Prior do Crato tivesse a força suficiente para o evitar, avançava na maior das indisciplinas, devastando e roubando as terras por onde passava – Atouguia, Lourinhã, Torres Vedras, Loures… –, até que, tendo chegado às portas da cidade, acampou nos altos do Monte Olivete onde, pouco depois, os canhões do castelo de S. Jorge, por ordem de D. Gabriel Niño, começaram a despejar metralha. Grande foi a surpresa de John Norris em face desse bombardeamento, pois D. António, para conseguir o indispensável auxílio do exército inglês, teria provavelmente garantido não haver necessidade de combater, visto que seria festivamente recebido em Portugal. E o acampamento foi mudado para a Boa Vista e Bairro Alto, de onde, após um breve recontro com os castelhanos, retirou de novo, desta vez para Esperança.
Dentro das muralhas e durante todas estas manobras, a ansiedade patriótica dos 'antonistas' continuava, segredando a ocultas: 'Será hoje que chegam os nosso amigos?… Virão os nossos amigos de Peniche?…'
D. António bem deve ter insistido e procurado dar novas garantias, mas aquele exército composto de mercenários não poderia sentir o patriotismo e a dor do infeliz e desorientado pretendente; e assim, dias depois e em face do desespero do Prior do Crato, refugiava-se ingloriamente em Cascais, na mesma esquadra que o trouxera de Inglaterra e desembarcara em Peniche.
'– Porque não entram os nossos amigos?… Porque nos abandonam os nossos amigos de Peniche?…'
E foram baldadas todas as ingénuas esperanças dos partidários de D. António, pois o auxílio que a este tinha sido oferecido teria, por certo, menos o interesse de participar generosamente na reconquista da independência de Portugal que humilhar o orgulho e poderio de Espanha através de um golpe de surpresa, aliás coadjuvado pela suposta fácil sublevação do povo português, cansado de extorsões e ignomínias.

Por muito tempo ficou aberta no coração dos 'antonistas', como ferida dolorosa, a desilusão dos amigos desembarcados em Peniche, daqueles amigos que esperavam receber como libertadores e que afinal os tinham abandonado. Mas os homens desembarcados em Peniche, e que traíram as esperanças dos bons portugueses de então, não eram de cá e partiram como vieram, não ficaram em Portugal…"
In Ciberdúvidas da Língua Portuguesa

Harmonize
1ª pess. sing. pres. conj. de harmonizar
3ª pess. sing. imp. de harmonizar
3ª pess. sing. pres. conj. de harmonizar

v. tr., pôr em harmonia; tornar harmónico; conciliar; congraçar;
In Dicionário da Língua Portuguesa

sexta-feira, agosto 19, 2005

Musicól

Eu tinha o espírito aberto
Às vezes andei perto
Da essência do amor
Porém no meio dos colchões
No meio dos trambolhões
A situação era cada vez pior
Tu despertaste em mim um ser mais leve
E eu sei que essencialmente isso se deve
A esse passo inseguro
E ao paraíso no teu olhar

Dá-me lume, dá-me lume
Deixa o teu fogo envolver-me
Até a música acabar
Dá-me lume, não deixes o frio entrar
Faz os teus braços fechar-me as asas
Há tanto tempo a acenar

Lalalala
Dá-me luuuuummmmmeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeee
Toca a matar saudades do Jorge Palma...

Bom fim de semana!

quinta-feira, agosto 18, 2005

Fire days

Só hoje tive oportunidade de ouvir o fantástico conjunto de sons que nos sugeriste e estou maravilhada com The Album Leaf e com o fabuloso How do you keep love alive do Ryan Adams...

What do you do
How do you keep love alive?
When it won't
How do you keep love alive?
...

Bom som!

Ensaios

Um dia acordei num mundo rosa, tudo à minha volta colorido, flores e passarinhos azuis procuram a minha aura para nela gravitarem e levitarem.
Nesse dia não tenho sono

Era uma daquelas ruinhas pequenas, não uma viela nem uma avenida, uma rua como tantas outras, com casinhas baixinhas e acastanhadas de ambos os lados, a combinar com o cinza dos paralelos da estrada e com as flores de todas as varandas e janelas.
Era uma rua com carros de quando em vez, calma de uma cidadezinha pequena ou dos suburbios de uma grande cidade.
Era uma rua em que a camioneta passava lá no fundo de duas ruas abaixo e onde não havia autocarro, nem mesmo metro.
Era uma casa linda, linda.

terça-feira, agosto 16, 2005

Em 20 perguntas ele diz que adivinha....


E à 30ª pergunta, ele desistiu...

20Q.net
You won!
Is it one of these ...
a diskette
a mobile phone
a cell-phone
a Kleenex
a handkerchief
tape
money
a pen
paper
a sandwich bag
a piece of paper
a tissue
cellophane
a photograph
a phone card
a checkbook


Enter what you were thinking:

Eu só estava a pensar no meu telele que estava pousado na secretária à minha frente....
O giro é que ele diz em que é que nós respondemos mal e demos respostas para o enganar...
Experimentem!!!!!

sexta-feira, agosto 12, 2005

Charlie and the chocolate factory



Ontem não resistimos e lá fomos.
Mais uma maravilhosa incursão no mundo de Tim Burton...
Como a dado momento diz o Willy Wonka, "Everything around here is edible, including me, but that is called cannibalism..."

Adorei!

quinta-feira, agosto 11, 2005

Take me to the moon

Quando ouvi hoje nas notícias nem queria acreditar...
Estes senhores da Space Adventures propoem-se vender pacotes turísticos de viagens à lua já em 2008. Por apenas 100.000.000 dólares... o casal...

Nos entretantos, aos comuns mortais, resta-nos a música dos R.E.M.

Hey Andy, did you hear about this one? Tell me, are you locked in the punch?
Hey Andy, are you goofing on Elvis? Hey baby, are you having fun?
If you believed they put a man on the moon, man on the moon
If you believe there's nothing up my sleeve, then nothing is cool



Muitos muitos peixinhos!
OSTU

quarta-feira, agosto 10, 2005

Gai
GAI, GAIE. adj
(ghé, ghée)

Qui a de la gaieté. Un homme gai. Humeur gaie. Esprit gai. Être gai. Rendre gai. Avoir l'esprit gai, l'oeil gai, un air gai. Visage gai. Mine gaie. Gai comme un pinson, comme pinson.
Il se dit aussi de Ce qui inspire la gaieté. Une chanson gaie. Une pièce gaie. Une couleur gaie.

Chambre gaie, appartement gai, Chambre, appartement qui, par sa disposition, et l'abondance du jour qu'il reçoit, inspire la gaieté.

Eu bem me parecia que havia uma palavra assim que queria dizer alegre.

Ai ui ai ui



Uma das resoluções do meu Ano Novo envolviam ginásio, exercício físico, o retorno aos meus ritmos e rituais de outros anos (e a volta da massa muscular completamente perdida) e Agosto parece-me um óptimo mês para começar.

Depois de um corre corre atrás dos médicos de férias para encontrar o meu para me passar o indispensável atestado (é o que dá mudar de clube), um pequeno faz de conta na 2ª feira, ontem foi o primeiro treino a sério...

Hoje estamos bem, mas cada movimento se segue de um ai, ui ou por vezes, entre escadas, de f***** que me dói...

Será o chamado ácido lácteo? É mas é o resultado da preguicite, do sedentarismo, e dos geladinhos e chocolatinhos.... Ai

Hoje descansamos, amanhã regresso!

segunda-feira, agosto 08, 2005

Rosa de encantar #3

A Guerra dos Mundos - H.G. Wells

Descontinuado, parado a meio sem grandes chances de alguma vez mais ser aberto para o terminar.
Comecei a lê-lo no intuito de o terminar antes de ir ver o filme, mas a nossa expectativa face a toda a publicidade em volta do War of the worlds levou-nos até à sala de cinema mais próxima, ainda não havia eu passado da página vinte.
O meu livrinho passava-se na Inglaterra do final do séc. XIX início do sec. XX, ainda o homem não tinha carros, quanto mais aviões ou naves espaciais.
No livro o herói é um homem casado, sem filhos, preocupado apenas com o bem-estar da esposa, no filme o Tom Cruise é divorciado, amargo com a mulher e incapaz de comunicar com os filhos.
No livro as notícias dos marcianos que se parecem com um cilindro com 3 pernas e têm um guarda-chuva metálico que liberta o "raio da morte" são transmitidas por telegrama e pelos jornais e são desacreditadas até uns dias após o primeiro ataque; no filme as televisões estão no cenério à caça de todos os momentos e as carrinhas de repórteres transmitem os primeiros acontecimentos para todo o lado; os marcianos são todos xpto, com sensores de movimento e capacidades de movimentação q destruição fantásticas.
O livro passa-se em Inglaterra e os marcianos aproximam-se da querida Londres, as pessoas aglomeram-se em Trafalgar Square, chegam e partem de Charing Cross e discutem os acontecimentos ao longo do Strand, o filme passa-se em L.A.?, S. Francisco? incaracterísticas cidadezinhas americanas...
Sign of the times?

Não posso comentar sobre o fim das aventuras no livro porque me cansei, tal como no filme curiosamente, de páginas e páginas de descrições de ataques e contar-ataques, de fugas em massa, de casas destruídas e pessoas em pânico e desespero. Ao livro reconheço-lhe a visionariedade, ao filme? nada mais que um drama familiar com uns marcianos no cenário de fundo.


sexta-feira, agosto 05, 2005

Coisas de que eu gosto #12

Maçãs!
Adoro maçãs verdes, golden, ou vermelhas, Fuji ou Pink Lady, durinhas, sumarentas e docinhas.
Há uns anos que 2 maçãs por dia passaram a fazer parte da minha dieta e nunca me canso, apenas desespero se por vezes não são assim tão durinhas ou docinhas ou se são mais amarelas.
E depois adoro tarte de maçã e tarte tatin e apple crumble e maçã assada e puré de maçã a acompanhar o assado... E o trinaranjus de maçã? Ainda se lembram?

E, como dizem os ingleses, "an apple a day keeps the doctor away".

quinta-feira, agosto 04, 2005

Sensação boa

Parámos o carro à porta e pegamos na chave. Entramos, subimos a escada e ao chegar ao nosso piso pomos a chave na fechadura, rodamos e entramos. Uma penumbra acolhedora, fresco, apesar do dia tórrido lá fora, e o sofá no centro da sala a convidar-nos a sentar, a partilhar com ele o nosso fim de tarde, enquanto ainda há luz do sol.

Não há ninguém para chegar nem ninguém numa outra divisão da casa, só nós. Também não há luz nem água, mas em breve haverá cada vez mais um pormenor que fará daquelas divisões cada vez mais uma casa.

quarta-feira, agosto 03, 2005

(Des) Informação

Hoje quando vinha trabalhar vi ao longe uma nuvem de fumo, de um incêndio perto, pensei...
De seguida reflecti sobre as notícias do mundo que tenho ouvido nos últimos tempos e resumem-se a noticiários telegráficos, radiofónicos, a notícias espreitadas entre as garfadas do almoço e a conversa com os papás, e, uma vez por semana as letras gordas da capa do Expresso, assim nos momentos antes de retirar do saco a Única e o Actual.

Será desinteresse?, indiferença não é certamente, uma cada vez maior aversão à desgraça?, explorada populisticamente, às novelas da política ou do futebol, ao pessimismo e aos maus agoiros que polulam pelos nossos serviços noticiosos.

Jornais? Nunca fui fã
Televisão? O mínimo possível
Internet? Um caminho a explorar, a introduzir na rotina diária
Revistas? Ai o tempo
Livros? Sim, por favor

Cara lavada



Isto por cá estava muito dark.
Lavamos a cara, trouxemos o branco e deixamos as rosas, cor de laranja pois então!

terça-feira, agosto 02, 2005

Tão linda!




Tão linda, tão linda, tão linda, que até se vê do espaço...

Vejam lá se a vossa também é assim linda linda, no Google earth

segunda-feira, agosto 01, 2005

Fix you

When you try your best but you don't succeed
When you get what you want but not what you need
When you feel so tired but you can't sleep
Stuck in reverse
When the tears come streaming down your face
When you lose something you can't replace
When you love someone but it goes to waste
could it be worse?

Lights will guide you home
and ignite your bones
And I will try to fix you

High up above or down below
when you too in love to let it go
If you never try you'll never know
Just what your worth

Lights will guide you home
and ignite your bones
And I will try to fix you

Tears streaming down your face
When you lose something you cannot replace
Tears streaming down your face and I

Tears streaming down your face
I promise you I will learn from my mistakes
Tears stream down your face and I

Lights will guide you home
And ignite your bones
And I will try to fix you

É esta a música que não te sai da cabeça?
I Fixed it....

Mas quem disse que isto dos testes não funciona?

You Belong in London




A little old fashioned, and a little modern.
A little traditional, and a little bit punk rock.
A unique woman like you needs a city that offers everything.
No wonder you and London will get along so well.


What City Do You Belong in? Take This Quiz :-)






Vi o teste aqui, por mero acaso, e muito a medo fui fazê-lo.
E o resultado, claro que não podia estar mais certo!!!!

Comics




No fim de semana fomos ver os Fantastic Four ao cinema, ver as personagens de banda desenhada em acção. Reconheço que desde a adolescência que também não pegava num livro da Marvel e tenho que reconhecer também que reconheço a maior parte das personagens das séries de banda desenhada e não dos livros em si. Não tinha por hábito comprá-los, apenas os devorava ao domingo à tarde em casa da minha avó paterna, pedindo-os emprestados ao meu primo.

No domingo passado a minha alma emprestou-me os 2 volumes do Marvel 1602 e devorei-os. É muito curiosa a forma como o Sr. Neil Gaiman pega na história, nos muitos heróis e os transporta para a Inglaterra do século XVII. Saudades de ler BD. Ontem não sosseguei sem ler o volume 2 todo de seguida.

Vejam o filme se vos apetecer, mas leiam os livros. São sempre melhores os livros que os filmes, não são?