rosa carne

escrevinhando...

terça-feira, fevereiro 28, 2006

princesa


Which Disney Princess Are You?

You're BELLE from BEAUTY AND THE BEAST!Warm, kind and caring, you always bring out the best in others, but tend to keep to yourself and a few close friends who you love dearly. You love books and dream of fairytale adventures. You know that beauty lies within and don't depend on looks alone. You think it's good to be individual and different to others, but don't go out of your way to be rebellious - you just naturall stand out. You're a strong person, but also ladylike and intelligent. You look forward to change. You'd definitely break the Beast's spell.Certain as the sun, rising in the East, tale as old as time, song as old as rhyme, Beauty and the Beast...'
Take this quiz!




Vi o teste da Sam e não resisti.

Em criança, todos cá em casa me chamavam princesa, mas com o tempo foi passando o tom carinhoso, foi adquirindo um mais sarcástico cognome de "princesa de alcagoites" até se perder.

Hoje em dia sempre que me lembro, vou reclamando, afinal "eu xou uma prinxesa", mas nada.

Hoje, por uns momentos, sou a Belle, da Bela e o monstro, ou não fosse Carnaval.

domingo, fevereiro 26, 2006

por umas pipocas

Que cheirinho, até apetece comer. Queres uma pipoca? Ela nunca comeu... E de repente a porta do elevador não se abre. As reacções são díspares, a senhora que entra em stress, isto já me aconteceu duas vezes, a outra que pergunta, onde foi, como foi? foi cá ou no estrangeiro?, o senhor de idade que brinca e conta histórias, é excesso de peso, mas nós não somos 10, cale-se pai, não é hora para brincar.

No meio de tudo, a criança, disfarçada de abelha maia, permanece impávida e serena no colo do pai, um exemplo para o resto da família, mesmo com o barulho do alarme e o stress das mulheres da família que a queriam à força desmascarar por força do calor.

Uns minutos (enormes) mais tarde, os funcionários entreabem a porta, só mais um minuto temos que ir lá a cima, a porta volta a fechar, o elevador sobe um andar e saímos de imediato em direcção às escadas, que à primeira qualquer um cai, à segunda, cai quem quer...

esperança

"... quando a caixa de Pandora foi aberta e os males nela encerrados por Zeus escaparam até ao mundo do homem, ainda permaneceu, sem que ninguém soubesse, um último mal: a esperança. Desde então, o homem tem encarado erradamente a caixa e o seu conteúdo de esperança como uma arca de boa sorte. Mas esquecemos o desejo de Zeus de que o homem continue a permitir-se ser atormentado. A esperança é o pior dos males, porque prolonga o tormento."
Assim falava Nietzsche em Quando Nietzsche chorou, de Irvin D. Yalom.

Provavelmente é nesta história que tem origem o ditado "a esperança é a última a morrer", ou não. Certo é que estas poucas linhas me deixaram a pensar sobre o que é ao certo a esperança. Que esperamos nós?

Temos esperança que tudo corra bem, que o nosso clube ganhe, que o euromilhões nos saia um dia. Esperamos todos os dias por qualquer coisa, temos esperança no futuro.

Esperamos que a vide melhore e ficamos bem quietinhos, confiantes na esperança. E, no entanto, apesar de toda a esperança, o nosso tormento permanece.

Eu tenho esperança, até mais do que deveria, até porque associo a esperança ao optimismo, mas tenho que a associar a uma vontade enorme de viver e de todos os dias trabalhar para melhorar a minha vida e a dos que me são queridos.

sexta-feira, fevereiro 24, 2006

na grafonola

When doves cry, numa versão fantástica da Aimee Man com a Ani di Franco.
Maybe i'm just like my mother... lalalalala

bonjour tristesse

"Depuis qu'on est ensemble
Tu es mon seul amour
Et j'ai trop de faiblesse
Pour te quitter
Bonjour tristesse"

gentleman

O que dizer de um homem que, gentilmente, nos deixa cair a porta na cara?

quinta-feira, fevereiro 23, 2006

jarbas

O meu reino por uma semana inteirinha com motorista!

terça-feira, fevereiro 21, 2006

na estrada



A partir de hoje a rosa entra em modo itinerante.

segunda-feira, fevereiro 20, 2006

unfit

agachamento
lanche
flexão de braços
lombar
abdominal (completo+pequenino+fixo)

repetir 3 vezes em séries de vinte
morrer ao fim da primeira, não desitir, agarrar o coração que salta pela boca fora e continuar até a t-shirt estar bem molhada e as faces bem rosadas
arrastar-se pela terceira, respirar respirar respirar
beber água a golinhos bem pequeninos e continuar no tapete - corrida 3+3

amanhã há mais

granizo

Já não me lembrava de ver cair tantas bolas de gelo do céu. Um barulho insurdecedor que se ouvia através da janelas fechadas e dos sonhos mais sossegados.

Vento, chuva e granizo que caía do céu e se aventurava mesmo para dentro da chaminé e procurava o calor da lareira apagada. Montinhos na estrada por entre as marcas dos pneus dos carros e linhas brancas junto aos muros e aos portões, como que a compensar por não termos tido flocos fofos e brancos.

domingo, fevereiro 19, 2006

na grafonola

Bally Sagoo, com Noorie num remix drum'n'bass.
Depois de um caril de gambas deu-me a saudade das bhangra nights, dos sons hindus remisturados, da sonoridade das vozes femininas, dos movimentos das dançarinas.
Hummmm banda sonora para os meus sonhos de hoje.

quinta-feira, fevereiro 16, 2006

acordares

Eu acordo mal disposta.

Antes do banho não falem comigo, depois do banho já se pode ir falando, nada de muito elaborado ou exigente, e com calma, que acordo sem grande disponibilidade mental para ouvir.

Aconselha-se guarda-chuva ou escudo protector para evitar perfurações de grunhidos afiados transformados em respostas impulsivas e tortas.

Ao pequeno-almoço aparecem os primeiros sorrisos aquecidos pelo leite morno e pelas reacções do corpo que reage lentamente ao sol fora da porta e aos movimentos e conversas de clientes madrugadores.

No carro caem novamente os cantos dos lábios, semicerram-se os olhos ao ritmo lento dos carros, arrancam-se sorrisos parcos ao som de um programa da manhã.

À secretária poupam-se as palavras antes do café, das primeiras conversas e dos primeiros telefonemas.

Lentamente o dia vai correndo, o sol começa a brilhar...

quarta-feira, fevereiro 15, 2006

inveja

Daqueles que dormem 3 ou 4 horas por dia e dizem que é suficiente, de todos os que não precisam de dormir como do ar para respirar.

Sete horas por noite todas as noites não me chegam... nunca chegaram...

Preciso de dias com mais horas de sono, com almofadas e mantas no sofá, sem despertadores, telefonemas ou campainhas que me perturbem o sono retemperador.

terça-feira, fevereiro 14, 2006

dois

Há dias em que acordar sozinha me deixa desorientada.

segunda-feira, fevereiro 13, 2006

na grafonola

Uma história de amor.
...
Olá, nina quero tratar de ti
Dar-te um mundo e o outro tenho tudo aqui
Chega só um pouco perto de mim
Acredita que nunca me senti assim
....
lalalalalalala

das lágrimas

“As filhas do Mondego, a morte escura
Longo tempo chorando memoraram
E por memória eterna em fonte pura
As Lágrimas choradas transformaram
O nome lhe puseram que ainda dura
Dos amores de Inês que ali passaram
Vede que fresca fonte rega as flores
Que as Lágrimas são água e o nome amores “
Luís de Camões


“Sabe-se que as matas da Quinta teriam sido no século XIV coutadas de caça da família Real, que então residia em Coimbra. Era aqui que Pedro e Inês se encontravam, sempre em segredo, de maneira a que nada perturbasse o seu amor. Inês, que a história chamou de "colo de garça", tal era a sua beleza, residia no Paço do Convento de Santa-Clara-a-Velha, distante da Quinta não mais de quinhentos metros. Vivia ali porque a Rainha Santa Isabel havia decretado no seu testamento que se alguma pessoa da sua linhagem aí quisesse residir, o podia fazer.

Da Quinta sai um cano estreito, hoje chamado "dos amores", que vai terminar a uma centena de metros do Convento. Seriam as águas que brotam da Fonte dos Amores para este cano que serviriam de transporte para as cartas de amor de Pedro para Inês. Diz a lenda que o príncipe as colocava em barquinhos de madeira que, seguindo a corrente, iriam até às mãos delicadas de Inês.

Terá sido nas matas das Lágrimas que Inês foi assassinada pelos três validos de Afonso IV. Reza a lenda que esta se encontrava "posta em sossego", quando de repente se viu abordada pelos três homens, que a esfaquearam até à morte. Terão sido as lágrimas que Inês então chorou que fizeram nascer a Fonte das Lágrimas, onde o sangue que do seu corpo saiu ainda hoje está gravado na rocha, onde permanecerá para sempre.”

Assim reza a lenda (vejam-se mais detalhes aqui) do amor proibido de Pedro e Inês, da perseguição, da morte. Nos jardins vive a memória, a água, a magia, vivem as marcas de todos que por lá passaram. Nas pessoas vive o fascínio pela lenda. Na cidade respira-se o romantismo, a mística, o ambiente próprio de uma cidade de estudantes, de amores, canções e saudade. Das praças aos pátios, das subidas íngremes da vila muralhada aos passeios ribeirinhos, um sol fantástico a aquecer-nos os dias e os corpos.

E nós, contagiados...

sexta-feira, fevereiro 10, 2006

mala

Junto com as roupas vão os livros, a vontade e o desejo.

Faltam menos de doze horas para nos pormos a caminho, por 2 dias, 2 dias inteirinhos de passeios e mimos por terras de Pedro e Inês.

Bom fim de semana a todos!

manias, rotinas, paixões, modos de vida

A Lisa desafiou-me a postar por cá as minhas manias. Hoje, escolhi estes pedacinhos de mim. Manias? Talvez...

Inglês – sonho eu que numa vida anterior andei por terras de Sua Majestade, e que daí me vem a paixão pela língua inglesa e por Londres, a minha cidade favorita em todo mundo (que eu conheço, pois claro).

Dormir com a janela toda bem fechada – nada me deixa mais chateada do que ter que acordar cedo de manhã, e se no dia a dia não o posso evitar, então valham-me as horas de sono na completa escuridão, que a penumbra é muito aconchegante mas não é para eu dormir.

Arrumar a louça na máquina antes de tomar o café, e já agora acompanhar o café com a sobremesa ou vice-versa. Tento assim despachar o assunto enquanto ainda se digere o jantar para depois voltar à mesa e desfrutar do meu café. Assim também evito ter que arrumar tudo de uma assentada.

Ouvir – que é como quem diz, falem comigo, desabafem, fofoquemos, mas, não me perguntem sobre mim, pleeeeaaasseeeeeeeee, principalmente se eu estiver com má cara.

Livros por todo o lado – já foi tempo em que comprava livros compulsivamente, e os lia mais ou menos ao mesmo ritmo. Agora, com menos disponibilidade mental para ler continuo a apaixonar-me por uns quantos sempre que entro numa livraria e a muito esforço vou contendo esta compulsão, por manifesta incapacidade de ler ao ritmo de outros tempos.

Não vou passar a corrente a mais ninguém (quebra correntes me confesso), mas a caixa de comentários está sempre aberta a quem quiser partilhar manias, rotinas, paixões ou modos de vida.

quinta-feira, fevereiro 09, 2006

sugestões



Seguindo o exemplo da Izzolda, acrescento à lista As obras completas de William Shakespeare em 97 minutos, em cena no Europarque até ao próximo dia 11 de Fevereiro.

A não perder! Temos que aproveitar os espectáculos itinerantes!
Nós vamos hoje.

quarta-feira, fevereiro 08, 2006

day&night

Há dias em que acordo com uma necessidade imensa de dormir, com sono, baixas energias, cansaço.
Há noites que me apetece que nunca acabem, em que o sono não chega, em que a vontade de manter os olhos abertos é tão forte que apetece segurar as palpebras para que não se fechem sem autorização.

Há dias enérgicos e com boa disposição, sorrisos nos lábios, resultados de noites bem dormidas, de desejos realizados ou de ambições conquistadas.
Há noites de boas conversas, de livros viciantes, de filmes interessantes, de bons sonos e melhores sonhos.

Há dias de trabalho árduo, de números e mais números a correr-nos em frente, a entrar-nos pelas pupilas e a alojarem-se na nossa cabeça por vezes para além dos dias.
Há noites de sofá, de tv, de mimos e carinhos, de camas e espaços partilhados.

Há dias de passeios, de sol e de praia, de voltas de carro, de brincadeiras a pé, de areia e de flores, de mar.
Há noites que se querem dias e dias que se queriam noites.

terça-feira, fevereiro 07, 2006

OPA

Ainda vamos ter uma Porto Telecom, carago!

fanhosa

Ao fim de 329.467 comprimidos começo a sentir algumas melhoras.

A voz sexy e nasalada, excessivamente acentuada, aos poucos vai passando e as palavras recomeçam a fluir sem paragens para respirar.

Mantém-se o consumo de lenços de papel em grande escala, mas diminuem as probabilidades de conseguir efectuar telefonemas anónimos com o mesmo sucesso dos dias anteriores.

segunda-feira, fevereiro 06, 2006

paz

Para tudo na vida, para os actos e as emoções.

não esquecer

- como distinguir quarto crescente de quarto minguante
Até dia 13 estamos em quarto crescente, há um D no céu.

- as diferenças entre chocolate e cacau
Se eu me converter ao cacau será que esta necessidade irracional passa?

na grafonola

A descobrir Damien Rice, muito depois de Closer.

coisas de que eu gosto #21


de escrever aqui.´
Habituei-me a ter este vaso para plantar as minhas flores, para alimentar o meu bichinho da escrita, para dizer das minhas coisas, da minha realidade e dos meus sonhos.
À minha maneira.