
Antes de sair do emprego e antes do concerto perguntava-me uma colega de trabalho que género era lá essa coisa que eu ia ver. Não soube explicar...
No concerto, mais uma vez, confirmou-se, não se explica a música daquelas
2 irmãs, de um negro rasta de calções de algodão às riscas e de um baixista com a ar de completamente deslocado.
Aquela música, sente-se, admira-se a forma como brinquedos de plástico que quase parecem de crianças se combinam com o piano, a harpa, as guitarras e os sons fantásticos que aquelas vozes conseguem produzir.
Delira-se com o delírio deles, que, não sendo esfusiantes, conseguem transmitir a dose suficiente e necessária de loucura à música que produzem.
Por mim, prefiro, mesmo assim, ouvi-los em casa.