de volta à faculdade
Ver o edifício ao longe, agora aproximando-me de carro e não de autocarro, as mesmas paredes cinzentas, doutores e caloiros, pastas, trajes e conversas nos corredores. Amianto, dizem que já não há, mas o chão parece o mesmo de sempre.
Mudanças mesmo só no bar, envidraçado, self service, apenas reconheço uma das empregadas, as mesmas conversas, outras pessoas, professores e alunos.
É bom voltar a estudar, andar por estes corredores outras vez. Para a semana vou matar saudades dos passos perdidos.



